quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Como o ser humano enxerga as coisas?
Para isso existe uma resposta que o próprio coração proporciona!
Não vemos as coisas como elas são!
Vemos as coisas como nós somos!
O que significaria isso?
Se o ser humano possuir uma alma bondosa e livre, conseguira enxergar o mundo como ele é com suas virtudes e defeitos, pois o mundo não é só maravilhas!
Mas se o ser humano pendente não possuir uma alma boa e acima de tudo livre...
Só ira conseguir enxergar o lado negro do homem e do mundo e se esquecera de viver!
E não existe nada mais cruel e desumano do que o lado negro do ser humano.
Um lado ganancioso e cruel do qual não sente piedade de ninguém!
Só quer saber dele mesmo e ficar rico até não poder mais, até a cobiça e a ganância o levarem para um fim trágico em sua vida.
E é por causa desse lado negro que o mal desse mundo ainda perdura!
Vejamos como as coisas são...
Você ganha o dom da vida para poder aproveitá-la ao máximo, e alguém que não possui coração chega e tira esse dom, que nunca mais vai voltar, fazendo familiares, parentes e amigos sofrerem como nunca sofreram nas suas vidas!
E o que leva o ser humano a fazer isso? Raiva? Medo? Insegurança?
Talvez os três...
Mas nada justifica o fato do dom da vida ser simplesmente tirado de tal forma como se fosse uma coisa insignificante.
E não é.
Com a vida aprendemos a amar, conhecemos os sentimentos, e emoções!
Ninguém tem o direito de tirar isso tudo de uma pessoa...
Mas tira! Por isso nos olhos das pessoas só se enxerga medo e insegurança, estampados nos olhos de cada um, com medo de perder tudo isso!
Tudo isso porque?
Por que vivemos em um mundo de tolos que nos derrubam quando estamos em paz, fazendo em nossas vidas, momentos bons se transformarem em momentos horríveis!
Diante disso nós temos duas opções:
Jogue tudo pro alto e se esqueça de viver...
Ou ame e aprenda a amar cada dia mais!
Para aqueles que escolherem por deixarem tudo para trás e ficar num mundo de ilusões e mentiras...
Eu só posso lamentar por vocês e desejar sorte...
Para que o dia em que vocês acordem não seja tarde demais!
Para aqueles que escolherem amar...
De um sorriso, pois é com o sorriso de cada pessoa que retornaremos o mundo como ele era para ser, e não um lugar de que você só consegue enxergar mortes a cada momento, guerras acontecendo por causa de poder e dinheiro e políticos corruptos que querem ficar mais ricos do que já são e para isso, manipulam a cabeça da população, prometendo que irão mudar o país quando na verdade só o levam para baixo!
Quando cada um decidir amar, e dar as mãos quem sabe o mundo melhoraria?
Apesar de que o mal existente que aqui permanece já causou muitos estragos e alguns irreparáveis!
Mas nunca é tarde para começar de novo, e nunca é tarde para um sorriso!
Pois se o mundo foi criado para mais tarde ser destruído não tinha nenhum cabimento criá-lo!
Mas ele está aqui então acredito que existe uma razão para que ele tenha sido criado!
E diante disso ainda luto e acredito por um mundo melhor em que nele exista a palavra paz! E nisso tudo...
Se um dia você precisar de ajuda para sorrir ou para lutar contra este mundo sem glória, estou disposto a ajudá-la no que for preciso!
Pois eu quero que esse mundo mude, para que sejamos felizes e sorrirmos um sorriso de felicidade e não simplesmente sorrir por sorrir! Então juntos...
Quero que saiba que você poderá contar comigo sempre que precisar de ajuda para enxergar a verdade e também sempre que precisar de um conselho estarei ao seu lado para tudo!
Pois acredito que eu e você, não iremos conseguir mudar o mundo, porem poderemos salvar a vida de uma flor...
Que talvez no futuro já não exista mais!
E juntos poderemos ver novamente o alvorecer das flores e o amanhecer do sol...
No paraíso de sonhos onde todos desejariam estar!
sábado, 11 de dezembro de 2010
Que providências tomar para reduzir a confusão em nossa vida? Como viver com simplicidade e alegria? Quem souber me diga correndo!
Ao olhar pra vida da gente, pode-se perceber como ela ficou demasiada complexa. Tem pessoas que chegam a falar sempre que a vida é complicada, ruim, injusta, etc, etc. Cuidado com as palavras que tem dito para expressar o seu viver, heim?! Elas têm poder e podem se tornar a sua realidade, tá? Pare de falar já essas coisas feias porque não é verdade, viu? E você sabe disso!
A essência da vida é simples! Muito simples! E viver é o maior presente que você poderia ganhar! Você merece estar aqui! Merece viver e viver bem! Já pensou se você não existisse? Ser um bom pai, uma boa mãe para os filhos; ser um bom filho para os pais: ter um relacionamento amoroso e afetuoso com amigos, sentir-se necessário a outras pessoas....
Não se perca no ritmo maluco da vida a ponto de perder a visão das coisas simples, importantes e prioritárias em sua vida. Você está sobrecarregado por um excesso de posses e responsabilidades? Não carregue peso demais! Não vale a pena! Volte a ser criança: receptiva, tolerante, confiante, flexiva, alegre... Lembra de como era quando tinha seus 5 ou 6 anos?
Pergunte a si mesmo: Que providências devo tomar a fim de reduzir tanta confusão e viver com simplicidade e alegria?
O que é preciso para levantar o seu ânimo? À medida que aprender a simplificar a sua vida, sentirá liberdade de espírito e leveza de coração. Esses dons inestimáveis são seus quando você aprende a prestar atenção ao que realmente é essencial, viu?
Só você pode decidir o que é essencial em sua vida. Desfaça-se de todo excesso de bagagem em sua caminhada. Sinta-se sempre leve e contente, porque esse é seu estado natural. E admita que você tem grande prazer na simplicidade das coisas.
"E um dom é ser livre e outro dom é ser simples"
Ao olhar pra vida da gente, pode-se perceber como ela ficou demasiada complexa. Tem pessoas que chegam a falar sempre que a vida é complicada, ruim, injusta, etc, etc. Cuidado com as palavras que tem dito para expressar o seu viver, heim?! Elas têm poder e podem se tornar a sua realidade, tá? Pare de falar já essas coisas feias porque não é verdade, viu? E você sabe disso!
A essência da vida é simples! Muito simples! E viver é o maior presente que você poderia ganhar! Você merece estar aqui! Merece viver e viver bem! Já pensou se você não existisse? Ser um bom pai, uma boa mãe para os filhos; ser um bom filho para os pais: ter um relacionamento amoroso e afetuoso com amigos, sentir-se necessário a outras pessoas....
Não se perca no ritmo maluco da vida a ponto de perder a visão das coisas simples, importantes e prioritárias em sua vida. Você está sobrecarregado por um excesso de posses e responsabilidades? Não carregue peso demais! Não vale a pena! Volte a ser criança: receptiva, tolerante, confiante, flexiva, alegre... Lembra de como era quando tinha seus 5 ou 6 anos?
Pergunte a si mesmo: Que providências devo tomar a fim de reduzir tanta confusão e viver com simplicidade e alegria?
O que é preciso para levantar o seu ânimo? À medida que aprender a simplificar a sua vida, sentirá liberdade de espírito e leveza de coração. Esses dons inestimáveis são seus quando você aprende a prestar atenção ao que realmente é essencial, viu?
Só você pode decidir o que é essencial em sua vida. Desfaça-se de todo excesso de bagagem em sua caminhada. Sinta-se sempre leve e contente, porque esse é seu estado natural. E admita que você tem grande prazer na simplicidade das coisas.
"E um dom é ser livre e outro dom é ser simples"
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Há coisas nessa vida que não tem explicação
há coisas que não podem mudar, há pessoas
que não devemos amar e mesmo assim amamos...
Sofremos por fazer coisas que não devemos, amar quem não nos ama, querer quem não nos quer. Sofremos por fazer coisas que não devemos, amar quem não nos ama, querer quem não nos quer.
Ás vezes mentimos para nos livrar de alguma conseqüencia, mas acabamos descobertos. Amar demais, querer demais, fazer demais, chorar demais, tudo demais é veneno!
Meu veneno foi amar demais e chorar demais. Amar demais quem não me amava, chorar demais por quem não merecia.
Sofri por cada erro a sua conseqüencia e ganhei por te perder. Te perder foi um ganho de certa forma, é como eu disse no começo -há coisas que não tem explicação, não dá pra explicar como ganhei, mas posso afirmar que ganhei, e muito.
Certa estou de que você nunca irá sentir minha falta, embora eu ainda sinta a sua. Mas saudade passa, amor passa, solidão passa, demora, mas passa.
Um dia tudo passa, por que afinal nada dura para sempre!
Ás vezes mentimos para nos livrar de alguma conseqüencia, mas acabamos descobertos. Amar demais, querer demais, fazer demais, chorar demais, tudo demais é veneno!
Meu veneno foi amar demais e chorar demais. Amar demais quem não me amava, chorar demais por quem não merecia.
Sofri por cada erro a sua conseqüencia e ganhei por te perder. Te perder foi um ganho de certa forma, é como eu disse no começo -há coisas que não tem explicação, não dá pra explicar como ganhei, mas posso afirmar que ganhei, e muito.
Certa estou de que você nunca irá sentir minha falta, embora eu ainda sinta a sua. Mas saudade passa, amor passa, solidão passa, demora, mas passa.
Um dia tudo passa, por que afinal nada dura para sempre!
terça-feira, 23 de novembro de 2010
DOR DE AMOR
Caso tivesse eu um dia que, por vingança ou castigo, impingir uma dor a um desafeto ou inimigo, não lhe destinaria uma dor física. Nem tampouco lhe privaria da liberdade. Nem mesmo à morte o condenaria.
Caso tivesse eu um dia que decidir a respeito de um verdadeiro castigo a quem o merecesse, faria com que tal pessoa sentisse uma dor de amor.
Nenhuma dor das que existem no mundo é capaz de ferir mais, de forma tão lenta, com feições e modos tão variados quanto indefiníveis.
Não falo da dor de amor causada por grande decepção, motivada por desapontamento com atitudes da pessoa amada. Não falo da dor de uma traição. Não falo do amor transfigurado em mágoa ou ódio.
Essas são dores mais óbvias.
Podem muito bem mostrarem-se intensas e desatinar as mentes menos preparadas para lidar com as perdas. Mas são dores com razões claras e destinadas à cicatrização inevitável, ainda que, porventura, lenta.
Não são dores de amor: são dores de desamor.
Eu falo – tento falar – de outra coisa!
Caso tivesse eu um dia que decidir a respeito de um verdadeiro castigo a quem o merecesse, faria com que tal pessoa sentisse uma dor de amor.
Nenhuma dor das que existem no mundo é capaz de ferir mais, de forma tão lenta, com feições e modos tão variados quanto indefiníveis.
Não falo da dor de amor causada por grande decepção, motivada por desapontamento com atitudes da pessoa amada. Não falo da dor de uma traição. Não falo do amor transfigurado em mágoa ou ódio.
Essas são dores mais óbvias.
Podem muito bem mostrarem-se intensas e desatinar as mentes menos preparadas para lidar com as perdas. Mas são dores com razões claras e destinadas à cicatrização inevitável, ainda que, porventura, lenta.
Não são dores de amor: são dores de desamor.
Eu falo – tento falar – de outra coisa!
Creditos: Fabio Escorpião
Falo da dor de estar apartado da pessoa por quem se sente admiração, carinho, ternura, desejo – todas essas coisas que somadas resultam no que se convenciona chamar de “amor” – por razões imprecisas, inexatas. Quando tudo isso, todas essas coisas ainda estão ainda lá, existindo, vivendo, com toda a força – porque nenhum fato ocorreu que decretasse sua “morte” –, mas algo de errado aconteceu para inviabilizar ou interromper o “relacionamento”: essa palavra odiosa que deveria ser banida da língua portuguesa!
Então, sem razões para desamar, você, sem ter outra opção, condena-se a amar na ausência e vivencia – aí sim! – a verdadeira dor de amor.
A dor de amor é traiçoeira. Ela ataca de formas diferentes, em momentos inesperados e em muitos graus de intensidade.
Você nunca sabe quando e como ela vai atacar e, por isso mesmo, jamais está preparado para ela. Você pode até estar num dia particularmente bom, aparentemente sob controle, mas um fato qualquer ocorre para atiçar aquele bichinho que vive lá no seu íntimo. Pode ser um aroma, um perfume. Pode ser uma canção que se ouça sem querer, na rua – músicas são particularmente cruéis nessas situações. Pode ser um lugar pelo qual se passe e que lhe traga uma recordação intensamente feliz – mas que a ausência da pessoa amada se encarrega de transformar em dor cortante. Pode ser a mera visão de um casal andando de mãos dadas – e você, de repente, sente uma incontrolável vontade de chorar, sem precisar exatamente a razão: apenas sente dor.
O tempo é o grande parceiro da dor de amor, ao contrário do que muitos dizem. Ele não é “remédio”: pode sê-lo para a “outra” dor, a do desamor, a das decepções – mas não para a dor de amor! Para quem sente dor de amor, o tempo torna-se grande demais, torturante demais, insípido demais. Você tenta entrar em acordo com ele, tenta preenchê-lo fazendo toda sorte de coisas, a maioria sem qualquer sentido e algumas bem idiotas. De nada vai adiantar: no final, sempre haverá tempo o bastante para continuar sentindo dor.
Você não enxerga graça verdadeira em nada e em ninguém – e todas as outras pessoas do mundo, mesmo uma ou outra por quem se sinta carinho real, admiração real ou até mesmo algum desejo, ficam relegadas ao papel de coadjuvantes do seu filme triste: e você não tem dúvidas de que trocaria toda uma vida ao lado dessas pessoas por um único e último dia que fosse, desde que ao lado da pessoa que ama.
Você revê fotos, vídeos, bilhetes, e-mails, à exaustão. Você se veste para a pessoa amada – ainda que não haja sequer esperança de encontrá-la casualmente, na rua. Você imagina o que ela diria diante de inúmeras situações, de uma reportagem na TV, um filme, uma coisa corriqueira qualquer. Você conversa com ela, ainda que ela não esteja presente, muitas, muitas vezes. No princípio discutindo a relação e falando com muita convicção dos seus motivos para continuar acreditando nela. Depois isso passa e você, feito um lunático, passa a conversar rotineiramente com um “fantasma” – bate longos papos, conta piadas, faz comentários, ri e chora na “companhia” dele. Sem notar, você passa a conviver com um ausente – e a ausência passa a ocupar-lhe a vida, como fosse mesmo um namorado.
Quem sente dor de amor faz muitas coisas imbecis. Muitas. Você entra numa loja de cosméticos e pede que a atendente lhe dê uma amostra da fragrância “tal” – aquela que a pessoa que você ama usa – e sai da loja levando um pedacinho de papel umedecido como quem carrega uma pepita de ouro, para ir cheirar lá na outra esquina. Você desprograma o toque especial de celular, aquele que identificava a chamada da pessoa amada, simplesmente para que a cada vez que o aparelho toque, você tenha alguns segundos de esperança de que seja ela! Você se “proíbe” de ouvir determinadas canções e de ler certos poemas porque os mesmos lhe causam dor colossal. Você acredita em tudo, em rezas, promessas, toda a sorte de simpatias e mandingas. Você confere a sua caixa de e-mails setecentas vezes por dia. Você espera. Quem sofre de dor de amor vive esperando.
Você sente saudade até do que nem gostava muito – das manias, dos momentos de mau humor – e passa a se lembrar com espantosa precisão de pequenos detalhes aos quais antes mal dava atenção: o formato dos dedos das mãos; o jeito de mastigar; um beijo bobo que ele lhe dava nos cabelos enquanto assistiam filmes no sofá; uma pinta que ela tem perto da orelha direita; o som das batidas do coração da pessoa, quando adormecida.
Você sonha. Sonha muito, dormindo ou acordado, pouca diferença faz. Você abraça o travesseiro. Você beija o batente da porta. Você imagina cenas de sexo e paixão. Você ouve gemidos de prazer.
Sentir dor de amor é um pouco como ser viúvo de alguém vivo.
Sente dor de amor quem deu o melhor de si, entregou-se como nunca o fizera na vida, ao encontrar a pessoa capaz de tocar-lhe a alma e no entanto olha em volta e nota-se mil vezes mais sozinho do que antes dela aparecer.
Sente dor de amor quem saiu voluntariamente de uma relação por qualquer que seja a razão, jurando que de nada sentiria falta e no entanto acorda um belo dia com o corpo suado, o coração aos pulos e com todas as fibras clamando de desejo por quem já não se tem mais.
Sente dor de amor quem sente que a melhor parte de sua vida lhe foi arrancada – ainda que lhe esteja óbvio, claro, cristalino como água, que nenhuma razão é forte o bastante para justificar tal fato.
Sente dor de amor quem experimentou o sabor de uma grande paixão, mas – por estupidez, imperícia ou medo – não se sente capaz de fazer um romance “caber” na vida – e opta por um caminho supostamente menos doloroso, condenando-se deliberadamente a uma vida pela metade.
Dor de amor – que é basicamente formada por saudade – precisa ser sempre acompanhada de uma saudável dose de inconformismo. De esperança. De fé.
Porque o maior risco da dor de amor é acostumar-se com ela – recorrendo vez por outra, para atenuá-la, a algum analgésico qualquer. Conviver com ela como quem convive com uma outra dor crônica, um reumatismozinho, uma dor muscular que vai e volta, sujeita às variações climáticas. Aceitá-la e enganá-la (ou “enganar-se”!) com algum artifício, assim como fosse uma miopia – você sabe que ela existe e está lá, mas coloca suas lentes de contato e ninguém percebe – e até você mesmo chega a se esquecer dela na maior parte do tempo.
Acostumar-se é aceitar. Aceitar é deixar de lutar.
Quem deixou de lutar é porque já não acredita.
E quem não acredita – ainda que não perceba – já está morto.
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Falo da dor de estar apartado da pessoa por quem se sente admiração, carinho, ternura, desejo – todas essas coisas que somadas resultam no que se convenciona chamar de “amor” – por razões imprecisas, inexatas. Quando tudo isso, todas essas coisas ainda estão ainda lá, existindo, vivendo, com toda a força – porque nenhum fato ocorreu que decretasse sua “morte” –, mas algo de errado aconteceu para inviabilizar ou interromper o “relacionamento”: essa palavra odiosa que deveria ser banida da língua portuguesa!
Então, sem razões para desamar, você, sem ter outra opção, condena-se a amar na ausência e vivencia – aí sim! – a verdadeira dor de amor.
A dor de amor é traiçoeira. Ela ataca de formas diferentes, em momentos inesperados e em muitos graus de intensidade.
Você nunca sabe quando e como ela vai atacar e, por isso mesmo, jamais está preparado para ela. Você pode até estar num dia particularmente bom, aparentemente sob controle, mas um fato qualquer ocorre para atiçar aquele bichinho que vive lá no seu íntimo. Pode ser um aroma, um perfume. Pode ser uma canção que se ouça sem querer, na rua – músicas são particularmente cruéis nessas situações. Pode ser um lugar pelo qual se passe e que lhe traga uma recordação intensamente feliz – mas que a ausência da pessoa amada se encarrega de transformar em dor cortante. Pode ser a mera visão de um casal andando de mãos dadas – e você, de repente, sente uma incontrolável vontade de chorar, sem precisar exatamente a razão: apenas sente dor.
O tempo é o grande parceiro da dor de amor, ao contrário do que muitos dizem. Ele não é “remédio”: pode sê-lo para a “outra” dor, a do desamor, a das decepções – mas não para a dor de amor! Para quem sente dor de amor, o tempo torna-se grande demais, torturante demais, insípido demais. Você tenta entrar em acordo com ele, tenta preenchê-lo fazendo toda sorte de coisas, a maioria sem qualquer sentido e algumas bem idiotas. De nada vai adiantar: no final, sempre haverá tempo o bastante para continuar sentindo dor.
Você não enxerga graça verdadeira em nada e em ninguém – e todas as outras pessoas do mundo, mesmo uma ou outra por quem se sinta carinho real, admiração real ou até mesmo algum desejo, ficam relegadas ao papel de coadjuvantes do seu filme triste: e você não tem dúvidas de que trocaria toda uma vida ao lado dessas pessoas por um único e último dia que fosse, desde que ao lado da pessoa que ama.
Você revê fotos, vídeos, bilhetes, e-mails, à exaustão. Você se veste para a pessoa amada – ainda que não haja sequer esperança de encontrá-la casualmente, na rua. Você imagina o que ela diria diante de inúmeras situações, de uma reportagem na TV, um filme, uma coisa corriqueira qualquer. Você conversa com ela, ainda que ela não esteja presente, muitas, muitas vezes. No princípio discutindo a relação e falando com muita convicção dos seus motivos para continuar acreditando nela. Depois isso passa e você, feito um lunático, passa a conversar rotineiramente com um “fantasma” – bate longos papos, conta piadas, faz comentários, ri e chora na “companhia” dele. Sem notar, você passa a conviver com um ausente – e a ausência passa a ocupar-lhe a vida, como fosse mesmo um namorado.
Quem sente dor de amor faz muitas coisas imbecis. Muitas. Você entra numa loja de cosméticos e pede que a atendente lhe dê uma amostra da fragrância “tal” – aquela que a pessoa que você ama usa – e sai da loja levando um pedacinho de papel umedecido como quem carrega uma pepita de ouro, para ir cheirar lá na outra esquina. Você desprograma o toque especial de celular, aquele que identificava a chamada da pessoa amada, simplesmente para que a cada vez que o aparelho toque, você tenha alguns segundos de esperança de que seja ela! Você se “proíbe” de ouvir determinadas canções e de ler certos poemas porque os mesmos lhe causam dor colossal. Você acredita em tudo, em rezas, promessas, toda a sorte de simpatias e mandingas. Você confere a sua caixa de e-mails setecentas vezes por dia. Você espera. Quem sofre de dor de amor vive esperando.
Você sente saudade até do que nem gostava muito – das manias, dos momentos de mau humor – e passa a se lembrar com espantosa precisão de pequenos detalhes aos quais antes mal dava atenção: o formato dos dedos das mãos; o jeito de mastigar; um beijo bobo que ele lhe dava nos cabelos enquanto assistiam filmes no sofá; uma pinta que ela tem perto da orelha direita; o som das batidas do coração da pessoa, quando adormecida.
Você sonha. Sonha muito, dormindo ou acordado, pouca diferença faz. Você abraça o travesseiro. Você beija o batente da porta. Você imagina cenas de sexo e paixão. Você ouve gemidos de prazer.
Sentir dor de amor é um pouco como ser viúvo de alguém vivo.
Sente dor de amor quem deu o melhor de si, entregou-se como nunca o fizera na vida, ao encontrar a pessoa capaz de tocar-lhe a alma e no entanto olha em volta e nota-se mil vezes mais sozinho do que antes dela aparecer.
Sente dor de amor quem saiu voluntariamente de uma relação por qualquer que seja a razão, jurando que de nada sentiria falta e no entanto acorda um belo dia com o corpo suado, o coração aos pulos e com todas as fibras clamando de desejo por quem já não se tem mais.
Sente dor de amor quem sente que a melhor parte de sua vida lhe foi arrancada – ainda que lhe esteja óbvio, claro, cristalino como água, que nenhuma razão é forte o bastante para justificar tal fato.
Sente dor de amor quem experimentou o sabor de uma grande paixão, mas – por estupidez, imperícia ou medo – não se sente capaz de fazer um romance “caber” na vida – e opta por um caminho supostamente menos doloroso, condenando-se deliberadamente a uma vida pela metade.
Dor de amor – que é basicamente formada por saudade – precisa ser sempre acompanhada de uma saudável dose de inconformismo. De esperança. De fé.
Porque o maior risco da dor de amor é acostumar-se com ela – recorrendo vez por outra, para atenuá-la, a algum analgésico qualquer. Conviver com ela como quem convive com uma outra dor crônica, um reumatismozinho, uma dor muscular que vai e volta, sujeita às variações climáticas. Aceitá-la e enganá-la (ou “enganar-se”!) com algum artifício, assim como fosse uma miopia – você sabe que ela existe e está lá, mas coloca suas lentes de contato e ninguém percebe – e até você mesmo chega a se esquecer dela na maior parte do tempo.
Acostumar-se é aceitar. Aceitar é deixar de lutar.
Quem deixou de lutar é porque já não acredita.
E quem não acredita – ainda que não perceba – já está morto.
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terça-feira, 26 de outubro de 2010
SEJA UM IDIOTA
A idiotice é vital para a felicidade.
Gente chata essa que quer ser séria, profunda e visceral sempre. Putz! A vida já é um caos, por que fazermos dela, ainda por cima, um tratado? Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável: mortes, separações, dores e afins.
No dia-a-dia, pelo amor de Deus, seja idiota! Ria dos próprios defeitos. E de quem acha defeitos em você. Ignore o que o boçal do seu chefe disse. Pense assim: quem tem que carregar aquela cara feia, todos os dias, inseparavelmente, é ele. Pobre dele.
Milhares de casamentos acabaram-se não pela falta de amor, dinheiro, sexo, sincronia, mas pela ausência de idiotice. Trate seu amor como seu melhor amigo, e pronto.
Quem disse que é bom dividirmos a vida com alguém que tem conselho pra tudo,soluções sensatas, mas não consegue rir quando tropeça?
hahahahahahahahaha!...
Alguém que sabe resolver uma crise familiar, mas não tem a menor idéia de como preencher as horas livres de um fim de semana? Quanto tempo faz que você não vai ao cinema?
É bem comum gente que fica perdida quando se acabam os problemas. E daí,o que elas farão se já não têm por que se desesperar?
Desaprenderam a brincar. Eu não quero alguém assim comigo. Você quer? Espero que não.
Tudo que é mais difícil é mais gostoso, mas... a realidade já é dura; piora se for densa.
Dura, densa, e bem ruim.
Brincar é legal. Entendeu?
Esqueça o que te falaram sobre ser adulto, tudo aquilo de não brincar com comida, não falar besteira, não ser imaturo, não chorar, não andar descalço,não tomar chuva.
Pule corda!
Adultos podem (e devem) contar piadas, passear no parque, rir alto e lamber a tampa do iogurte.
Ser adulto não é perder os prazeres da vida - e esse é o único "não" realmente aceitável.
Teste a teoria. Uma semaninha, para começar.
Veja e sinta as coisas como se elas fossem o que realmente são:
passageiras. Acorde de manhã e decida entre duas coisas: ficar de mau humor e transmitir isso adiante ou sorrir...
Bom mesmo é ter problema na cabeça, sorriso na boca e paz no coração!
Aliás, entregue os problemas nas mãos de Deus e que tal um cafezinho gostoso agora?
A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso cante, chore,dance e viva intensamente antes que a cortina se feche!
Arnaldo Jabor
Gente chata essa que quer ser séria, profunda e visceral sempre. Putz! A vida já é um caos, por que fazermos dela, ainda por cima, um tratado? Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável: mortes, separações, dores e afins.
No dia-a-dia, pelo amor de Deus, seja idiota! Ria dos próprios defeitos. E de quem acha defeitos em você. Ignore o que o boçal do seu chefe disse. Pense assim: quem tem que carregar aquela cara feia, todos os dias, inseparavelmente, é ele. Pobre dele.
Milhares de casamentos acabaram-se não pela falta de amor, dinheiro, sexo, sincronia, mas pela ausência de idiotice. Trate seu amor como seu melhor amigo, e pronto.
Quem disse que é bom dividirmos a vida com alguém que tem conselho pra tudo,soluções sensatas, mas não consegue rir quando tropeça?
hahahahahahahahaha!...
Alguém que sabe resolver uma crise familiar, mas não tem a menor idéia de como preencher as horas livres de um fim de semana? Quanto tempo faz que você não vai ao cinema?
É bem comum gente que fica perdida quando se acabam os problemas. E daí,o que elas farão se já não têm por que se desesperar?
Desaprenderam a brincar. Eu não quero alguém assim comigo. Você quer? Espero que não.
Tudo que é mais difícil é mais gostoso, mas... a realidade já é dura; piora se for densa.
Dura, densa, e bem ruim.
Brincar é legal. Entendeu?
Esqueça o que te falaram sobre ser adulto, tudo aquilo de não brincar com comida, não falar besteira, não ser imaturo, não chorar, não andar descalço,não tomar chuva.
Pule corda!
Adultos podem (e devem) contar piadas, passear no parque, rir alto e lamber a tampa do iogurte.
Ser adulto não é perder os prazeres da vida - e esse é o único "não" realmente aceitável.
Teste a teoria. Uma semaninha, para começar.
Veja e sinta as coisas como se elas fossem o que realmente são:
passageiras. Acorde de manhã e decida entre duas coisas: ficar de mau humor e transmitir isso adiante ou sorrir...
Bom mesmo é ter problema na cabeça, sorriso na boca e paz no coração!
Aliás, entregue os problemas nas mãos de Deus e que tal um cafezinho gostoso agora?
A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso cante, chore,dance e viva intensamente antes que a cortina se feche!
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Você pode morrer sim, mas não se esqueça de nascer ainda melhor!
A morte não é apenas a ausência da vida, sabia? Mas quantos tipos de morte tem por aí? Será que precisamos morrer mais do que uma vez?
Encare a morte como uma passagem, uma transformação. Sabe por que? Não existe planta sem a morte da semente; não existe o embrião sem a morte do óvulo e do espermatozóide; a borboleta não existiria sem a morte da lagarta!
Portanto, a morte é um ponto de partida para começar algo diferente e novo, todos os dias! Talvez possa ser a fronteira entre o passado e futuro, viu?
Vejamos: se você realmente quer ser um bom universitário, deverá matar dentro de você aquele aluno de segundo grau ainda crianção. Se você quer ser um bom profissional no mercado, então terá que fazer morrer o universitário descomprometido com a realidade.
E o que falar de um bom relacionamento se você não matar dentro de você a insegurança, o ciúme, a posse...Todo processo de evolução exige que você mate o "eu" do passado, viu? É preciso deixar de ser duas pessoas ao mesmo tempo. Pare de perder o foco! Pare de comprometer sua produtividade, seu talento, seu sucesso, sua história, sua vida! Põe luz no seu olhar, sorriso nesses seus lábios....Celebre a vida!
Muita gente não vai pra frente exatamente porque insiste em ficar agarrada ao que era, ao passado e não se projeta para o que pode ser ou que deseja ser. Como querer evoluir sem abrir mão da maneira como vive, pensa e age? Mude, pô!
Não seja um projeto inacabado! E pare imediatamente de ser um adulto infantilizado! Seja sim um(a) menino(a) e não matando as virtudes da criança, mas para ser adulto tem que deixar morrer os pensamentos infantis, viu? Passe a pensar como gente grande.
Mate tudo o que há de ruim dentro de você. Tudo! Acabe com a avareza, com o desamor, com o ódio, com a inveja.... E faça ou permita renascer aquele ser que você tanto deseja ser, tá?
Você pode morrer sim, mas não se esqueça de nascer ainda melhor, tá?
Encare a morte como uma passagem, uma transformação. Sabe por que? Não existe planta sem a morte da semente; não existe o embrião sem a morte do óvulo e do espermatozóide; a borboleta não existiria sem a morte da lagarta!
Portanto, a morte é um ponto de partida para começar algo diferente e novo, todos os dias! Talvez possa ser a fronteira entre o passado e futuro, viu?
Vejamos: se você realmente quer ser um bom universitário, deverá matar dentro de você aquele aluno de segundo grau ainda crianção. Se você quer ser um bom profissional no mercado, então terá que fazer morrer o universitário descomprometido com a realidade.
E o que falar de um bom relacionamento se você não matar dentro de você a insegurança, o ciúme, a posse...Todo processo de evolução exige que você mate o "eu" do passado, viu? É preciso deixar de ser duas pessoas ao mesmo tempo. Pare de perder o foco! Pare de comprometer sua produtividade, seu talento, seu sucesso, sua história, sua vida! Põe luz no seu olhar, sorriso nesses seus lábios....Celebre a vida!
Muita gente não vai pra frente exatamente porque insiste em ficar agarrada ao que era, ao passado e não se projeta para o que pode ser ou que deseja ser. Como querer evoluir sem abrir mão da maneira como vive, pensa e age? Mude, pô!
Não seja um projeto inacabado! E pare imediatamente de ser um adulto infantilizado! Seja sim um(a) menino(a) e não matando as virtudes da criança, mas para ser adulto tem que deixar morrer os pensamentos infantis, viu? Passe a pensar como gente grande.
Mate tudo o que há de ruim dentro de você. Tudo! Acabe com a avareza, com o desamor, com o ódio, com a inveja.... E faça ou permita renascer aquele ser que você tanto deseja ser, tá?
Você pode morrer sim, mas não se esqueça de nascer ainda melhor, tá?
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